Dakota do Norte

Estados Unidos Dakota do Norte

State of North Dakota

 
Bandeira de Dakota do Norte
Bandeira
Selo de Dakota do Norte
Selo
Apelido(s): Peace Garden State,Roughrider State, Flickertail State
Lema: Liberty and Union, Now and Forever, One and Inseparable
(Do inglês: Liberdade e União, Agora e Sempre, Um e Inseparável)
Localização de Dakota do Norte nos Estados Unidos.
Localização de Dakota do Norte nos Estados Unidos.
Coordenadas47° N 100° O
CapitalBismarck
Maior cidadeFargo
Condados53
GovernadorDoug Burgum (R)
Vice-governadorBrent Sanford (R)
Língua oficialInglês[1]
LínguasDesde 2010[2]
Representantes1
Colégio eleitoral3 votos
SenadoresHeidi Heitkamp (D)
John Hoeven (R)
LimitesManitoba e Saskatchewan no Canadá (norte); Dakota do Sul (sul); Minnesota (leste) e Montana (oeste)
Entrada na União2 de novembro de 1889 (39º)
Área
 - Total183 843 km²
 - Terra178 711,23 km²
 - Água4 396,56 km²
População (2017) [3]
 - Total755 393
    • Densidade 3,83 hab./km²
Informações
 - GentílicoNorte-dakotano[4]
 - PIBUS$ 53.453 bilhões (45º)
 - Renda médiaUS$ 57.415[5] (25º)
 - IDH (2015)0.946 () – muito elevado[6]
 - IDHA4.90 (26º)
 - Comprimento229 km
 - Largura500 km
 - Altitude máxima1069 m[7][8]
 - Altitude média580 m
 - Altitude mínima22 m
Fuso horárioUTC−7\−6\−5
ISO 3166-2US-ND
USPSND, N.D, N.Dak, Nodak
Sítiowww.nd.gov

A Dakota do Norte (em inglês: North Dakota (pronunciado /nɔːrθ dəˈkoʊtə/ ( ouvir))[4][9][10] é um dos 50 estados dos Estados Unidos, localizado na região centro-oeste do país. O centro geográfico da América do Norte está localizado em Dakota do Norte, na cidade de Rugby. A maior parte de Dakota do Norte está localizada na região das Grandes Planícies norte-americanas. Por causa disto, caracteriza-se pelo seu terreno pouco acidentado, relativamente plano. Fazendas cobrem mais de 90% do estado. A agricultura e a extração de petróleo são as principais fontes de renda do estado. Outra fonte de renda importante é o turismo.

A região que compõe atualmente o estado foi a última região dos Estados Unidos continental a ser explorada e assentada pelos norte-americanos. Em 1858, o governo norte-americano criaria o Território de Dakota - um território que incluía o que forma atualmente os estados de Dakota do Norte e Dakota do Sul, até então parte do Território de Minnesota. O Território de Dakota seria escassamente povoado até o século XIX, quando as primeiras ferrovias passando pela região foram construídas ao longo da região, incentivando assim a prática da agricultura. Inicialmente, alguns poucos latifundiários dominavam a economia das Dakotas. Porém, o sucesso destes latifúndios e as ferrovias atraíram milhares de pessoas à região. Em 2 de novembro de 1889, o território de Dakota foi dividido nos atuais Dakota do Norte e Dakota do Sul e elevados à categoria de estados.

Dakota do Norte sofreu bastante nas décadas de 1920 e 1930, por causa de grandes períodos de estiagem, de pragas e da Grande Depressão. A população atingiu seu máximo nos primeiros anos da década de 1930, e desde então tem passado por períodos de declínio e aumento populacional, embora nunca mais tivesse atingido os números da década de 1930.

O estado tem resistido a grande recessão do início do século XXI com um boom de recursos naturais, particularmente na extração de petróleo, que se encontra abaixo da parte noroeste do estado. O desenvolvimento tem impulsionado forte emprego, crescimento populacional e baixo desemprego.[11][12]

História

Até 1889

Quando os primeiros exploradores europeus chegaram à região que constitui atualmente o estado de Dakota do Norte, seis tribos nativos norte-americanas lá viviam. Estas tribos eram os mandan, hidatsa e os arikara, que viviam ao longo do rio Missouri, tribos sedentárias que viviam primariamente da agricultura e da caça; os plain ojibwa, nômades que viviam da caça no noroeste do estado, e faziam parte da família nativo norte-americana dos chippewa; os yankton (tribo parte do grupo nativo norte-americano dos sioux), ao longo dos rios Yankton e Sheyenne, primariamente da caça; e os lakota, também parte do grupo nativo norte-americano dos sioux, que viviam primariamente da caça no sudeoeste.

O primeiro explorador europeu na região que atualmente constitui o estado de Dakota do Norte foi Pierre Gaultier de Varennes, um franco-canadense, em 1738. Porém, a região já fora anteriormente reivindicada pelos franceses em 1682, por René-Robert Cavelier, que reivindicara toda a bacia hidrográfica do Mississipi-Missouri, bacia que inclui o sudoeste do atual Dakota do Norte. Posteriormente, os franceses também reivindicaram uma vasta região ao sul da baía de Hudson, região que incluía muito do norte do atual Dakota do Norte. Em 1713, o território reivindicado pelos franceses foi cedido aos ingleses. Porém, o sudoeste do estado continuou sob controle francês, e parte da colônia francesa de Nova França. Após o franco-canadense Varennes ter explorado a região em 1738, poucos colonos de ascendência européia retornariam à região, primariamente apenas comerciantes interessados na caça e no comércio de peles.

Em 1763, como parte do Tratado de Paris, a França cedeu todos os seus territórios a oeste do rio Mississípi para a Espanha, a metade ocidental do território conhecido como Luisiana. Assim sendo, muito da atual Dakota do Norte passou a controle espanhol. Em 1800, os espanhóis cederam estes territórios para a França. Esta vendeu toda a Luisiana para os Estados Unidos em 1803. O presidente norte-americano Thomas Jefferson deu a Meriwether Lewis e William Clark a missão de explorar a região da Luisiana. Lewis e Clark explorariam a atual Dakota do Norte em outubro de 1804. Na região central eles construiriam Fort Mandan, às margens do rio Missouri, não longe da atual cidade de Stanton. Lewis e Clark ficaram em Fort Mandan até abril de 1805, quando continuaram sua viagem rumo à costa oeste norte-americana. Eles retornariam mais uma vez em 1806, na viagem de volta.

Porém, muito da atual Dakota do Norte ainda continuava sob controle britânico, parte de uma região controlada pela Companhia da Baía de Hudson. Tensões entre os norte-americanos e os britânicos surgiram, com ambos reivindicando territórios controlados pelo outro. Em 1812, algumas famílias de ascendência escocesa e irlandesa instalaram-se no norte da atual Dakota do Norte, onde atualmente localiza-se Pembina. Em 1818, os norte-americanos e os britânicos realizaram um tratado onde todos os territórios ao sul do paralelo 49, dos Grandes Lagos até as Montanhas Rochosas, passariam a ser controladas pelos Estados Unidos. Assim sendo, o restante da atual Dakota do Norte passou a controle norte-americano. No mesmo ano, parte dos colonos escoceses e irlandeses de Pembina abandonaram o assentamento. Em 1823, o restante também abandonaria Pembina, quando um estudo comprovou que ela estava de fato em território norte-americano. Dakota do Norte não seria povoada por norte-americanos ascendentes de europeus por cerca de quatro décadas, até meados da década de 1860.

Touro Sentado

Em 1861, o governo norte-americano criou o Território de Dakota. Este território incorporava o que atualmente forma os atuais estados de Dakota do Norte o Dakota do Sul, bem como partes de Montana e de Wyoming. Em 1862, os lakota mataram centenas de norte-americanos brancos no atual Minnesota. Parte dos lakota fugiram em direção ao atual Dakota do Norte, sendo perseguidos por tropas norte-americanas. Diversas batalhas foram realizados no estado, e que continuariam até o início da década de 1870, quando, derrotados, foram confinados em reservas indígenas, através de tratados de paz realizados. Porém, diversas revoltas indígenas ocorreriam em Dakota do Norte, por causa da violação dos tratados de paz por parte dos norte-americanos brancos, causaram diversas revoltas, até 1881, quando a última destas revoltas ocorreu, liderada por Sitting Bull, que rendeu-se no mesmo ano.

Em 1863, o Ato Homestead passou a valer no território de Dakota. Ainda em 1863, partes do Território de Dakota foram cedidas para Montana e Wyoming, restando o território formado atualmente por Dakota do Norte e por Dakota do Sul. O Ato Homestead fornecia lotes de terra a nenhum custo para famílias que estivessem dispostas a assentar a região, em um esforço para povoar a região, ainda não povoada por norte-americanos de ascendência europeia - Dakota do Norte seria a última região em todo os Estados Unidos continental a ser povoada pelos descendentes de europeus. O assentamento da região por parte destes norte-americanos foi lenta. Diversas tribos nativos norte-americanas, tais como os lakota e os métis, que se haviam instalado na região por volta da década de 1820, opuseram-se ao povoamento branco da região que, isolada do resto do país por causa da falta de meio de transportes, e o medo de ataques indígenas, fizeram com que poucas pessoas decidissem instalar-se na região por duas décadas.

Foi somente em 1875 que a região de Dakota do Norte passaria a ser assentada por norte-americanos em grande escala, graças à instalação de gigantescos latifúndios e da inauguração da primeira ferrovia na região, conectando Dakota do Norte com o resto do país. Os latifúndios cultivavam primariamente trigo, e eram controlados por apenas algumas ricas famílias. Estes latifúndios precisavam de mão-de-obra, assim, estimulando o povoamento da região. Estes latifúndios estavam em sua maior parte ao longo do rio Red, e possuíam entre mil a 27 mil hectares de área. Estes latifúndios, através do uso de mão-de-obra barata, do uso de métodos modernos de cultivo e das ferrovias, eram altamente lucrativas. Porém, estes latifúndios gradualmente fragmentariam-se em fazendas menores, após uma recessão na indústria agropecuária norte-americana, que causou uma queda súbita dos preços do trigo.

Graças à mineração do ouro e da agropecuária, a população de todo o Território de Dakota - incluindo a região da atual Dakota do Sul - passou a crescer rapidamente. Porém, as ferrovias que haviam propiciado a ascensão das indústrias do trigo e da mineração, bem como o povoamento da região, passaram a causar tensões de cunho divisório entre a região norte e sul do Território de Dakota. Estas ferrovias - que eram transcontinentais, conectando a costa leste norte-americana com a costa oeste - cruzavam o Território de Dakota em um sentido leste-oeste. Não existiam ferrovias conectando o norte do território com o sul, e o transporte entre ambas as regiões era difícil. O rápido crescimento populacional do Território de Dakota passou a fazer com que o governo do território e seus habitantes passassem a pressionar o governo a fazer com que o território fosse elevado à categoria de estado. Porém, por causa das tensões divisórias, rapidamente os habitantes do norte e do sul do Território de Dakota passassem a exigir que cada região tivesse seu próprio governo.

Em fevereiro de 1889, o congresso norte-americano dividiu o Território de Dakota em dois. Ambos os territórios adquiriram então suas atuais fronteiras políticas. A rivalidade entre ambas as Dakotas era tanta que, após a aprovação do congresso em permitir que ambos os territórios fossem elevados à categoria de estado, elas passaram a exigir que fossem elevados à categoria de estado primeiramente. A rivalidade fez com que o presidente Benjamin Harrison - após a ratificação da constituição norte-americana por ambas as Dakotas - ordenasse ao secretário de Estado James Blaine que misturasse os documentos e o impedisse de ver qual o documento que elevava oficialmente um dos territórios à categoria de estado. Isto foi feito para que ninguém soubesse quem fora elevado primeiramente à categoria de estado. Assim sendo, em 2 de novembro de 1889, Dakota do Norte tornou-se o 39° estado norte-americano, juntamente com o Dakota do Sul.

1889 - Tempos atuais

A população de Dakota do Norte continuou a crescer rapidamente até a década de 1920. Em 1890, o estado tinha 190 983 habitantes, número que aumentou para 577 056 em 1910. Este crescimento foi motivado pela prosperidade da indústria agropecuária da região, bem como pela indústria ferroviária. A população de Dakota do Norte - em sua maior parte rural - dependia, por sua vez, de estabelecimentos bancários, para o financiamento de equipamentos e instalações agropecuárias, bem como da indústria ferroviária para o transporte para outras regiões do país dos produtos cultivados no estado. As relações entre fazendeiros e bancários e ferroviários nunca foram boas. Em 1915, a Nonpartisan League foi fundada. Esta organização política suportava a causa dos fazendeiros, apoiando o controle estatal de estabelecimentos indispensáveis à indústria agropecuária - tais como elevadores de grãos e silos, todos cobrados por comerciantes privados - e estabelecimentos bancários que fornecessem empréstimos com baixas ou nenhuma taxa de juro.

Elevador de grãos em New Leipzig.

Em 1916, o republicano Lynn J. Frazier foi eleito governador de Dakota do Norte, tendo o apoio da Nonpartisan League. Frazier governaria até 1921, tendo aumentado verbas à distritos escolares situados em áreas rurais, diminuiu impostos e criou a Industrial Comission of North Dakota, que passou a administrar um número de empresas estatais, que passaram a fornecer certos serviços voltados à população rural, tais como silos e elevadores de grãos (controlados pela North Dakota Mill and Elevator) e empréstimos a baixos juros (fornecidos pelo Banco de Dakota do Norte). Tanto as comissões como ambas as companhias mencionadas ainda operam em tempos atuais.

Dakota do Norte entrou em uma grande recessão econômica na década de 1920, graças à gradual queda dos preços do trigo norte-americano no mercado internacional. O crescimento populacional de Dakota do Norte diminuiu drasticamente. Muitos fazendeiros endividaram-se, e vários foram forçados a abandonar suas fazendas. Uma recessão muito maior abateu-se sobre o Dakota do Norte em 1929: a Grande Depressão. A queda drástica dos preços do trigo, o endividamento dos fazendeiros, pragas e estiagens aferatam Dakota do Norte ao longo da década de 1930. Grande parte da população de Dakota do Norte passou a deixar o estado, em busca de emprego em outras regiões do país. A população atingiu um máximo de 680 845 habitantes em 1930. Desde então, e até a década de 1950, a população entrou em declínio e nunca superaria novamente os 680 mil habitantes.

Diversos programas federais de irrigação foram implementados em 1937 em Dakota do Norte. As agências que administravam tais programas também desestimularam o uso excessivo de água potável, escassa por causa dos períodos prolongados de estiagem. Foi somente a partir de 1939 que este período de estiagem acabou em Dakota do Norte. A entrada dos Estados Unidos na segunda guerra mundial, em 1941, fez com que a economia do estado se recuperasse no início da década de 1940, quando Dakota do Norte produziu grandes safras de trigo, vendido no mercado doméstico mas primariamente às Forças Armadas dos Estados Unidos.

Após o fim da guerra, a economia de Dakota do Norte novamente entrou em recessão graças à queda drástica dos preços do trigo, o que deixou muitos fazendeiros desempregados ou endividados. Vários destes fazendeiros mudaram-se para as cidades, enquanto outros deixaram o estado. O declínio da população de Dakota do Norte continuaria até meados da década de 1950. A construção de usinas termoelétricas a carvão e hidrelétricas, e de diversos programas federais de irrigação, ajudaram a estimular a economia, e a produção e venda de excedente de eletricidade para outros estados vizinhos ajudou a diminuir a dependência de Dakota do Norte em relação à indústria do trigo.

Em 1951, grandes reservas de petróleo foi encontrado em Dakota do Norte. Outras reservas seriam encontradas nas décadas seguintes. O petróleo superaria o trigo como a fonte de renda mais importante do estado na década de 1970. Em 1957, o governo de Dakota do Norte, buscando diversificar a economia e diminuir ainda mais sua dependência em relação à indústria do trigo, criou a Comissão de Desenvolvimento Econômico, com o objetivo de atrair empresas de manufatura para a região. Esta comissão ajudou a fazer com que Dakota do Norte tivesse uma das maiores taxas de industrialização do país na década de 1960. Atualmente, mais de 80 cidades e vilas possuem suas próprias comissões de desenvolvimento econômico.

Em 1968, o governo de Dakota do Norte e o congresso norte-americano aprovaram um projeto conjunto que criaria um sistema de canais, o Garrison Diversion Project, que desviaria água do rio Missouri para áreas mais secas do estado. Porém, estes canais desviariam água do rio Missouri para cidades e centros industriais, que seriam despejadas em rios que correm em direção ao norte, rumo à baía de Hudson, passando por território canadense. Isto causou tensão entre canadenses - que não queriam receber poluentes despejados pelos norte-americanos - e norte-americanos. A velocidade da instalação do Garrison Diversion Project foi diminuído no início da década de 1970, e passou por grandes mudanças em 1986, por ordem do congresso norte-americano, removendo a cláusula que estipulava o desvio de água do Missouri em direção a rios passando por território canadense.

A economia de Dakota do Norte, que prosperara até o final da década de 1980, entrou novamente em recessão no início da década de 1990, primariamente por causa do diminuição dos postos de empregos na indústria agropecuária, maior do que o aumento dos postos de emprego em outros setores da economia do estado. O governo de Dakota do Norte tem continuado a buscar formas de atrair novas indústrias à região e diversificar a economia, embora isto tenha mostrado ser uma tarefa difícil. Por causa da estagnação econômica, a população tem caído desde meados da década de 1990, e apesar de um crescimento populacional em geral de 0,5% entre 1990 e 2000, desde então a população do estado tem caído a uma taxa de cerca de 3% o ano, tendo atualmente cerca de 640 mil habitantes.

Em 2000, o congresso norte-americano anunciou que substituiria o Garrison Diversion Project por um Ato, o Dakota Water Resources Act, que deu ao governo de Dakota do Norte cerca de 600 milhões de dólares, a serem gastos em programas de irrigação, abastecimento sanitário e recreação.

En otros idiomas
Afrikaans: Noord-Dakota
Alemannisch: North Dakota
አማርኛ: ኖርዝ ዳኮታ
aragonés: Dakota d'o Norte
Ænglisc: Norþdakota
asturianu: Dakota del Norte
azərbaycanca: Şimali Dakota
Boarisch: Noad-Dakota
žemaitėška: Šiaurės Dakota
Bikol Central: North Dakota
беларуская: Паўночная Дакота
беларуская (тарашкевіца)‎: Паўночная Дакота
български: Северна Дакота
भोजपुरी: नॉर्थ डकोटा
Bislama: Not Dakota
বিষ্ণুপ্রিয়া মণিপুরী: নর্থ ডাকোটা
brezhoneg: North Dakota
bosanski: Sjeverna Dakota
Chavacano de Zamboanga: North Dakota
Mìng-dĕ̤ng-ngṳ̄: North Dakota
Cebuano: North Dakota
čeština: Severní Dakota
Deutsch: North Dakota
Ελληνικά: Βόρεια Ντακότα
emiliàn e rumagnòl: Dakòta dal Nòrd
English: North Dakota
Esperanto: Norda Dakoto
euskara: Ipar Dakota
føroyskt: North Dakota
français: Dakota du Nord
Nordfriisk: North Dakota
Gàidhlig: Dakota a Tuath
Avañe'ẽ: Yvate Dakota
客家語/Hak-kâ-ngî: North Dakota
Hawaiʻi: Kakoka ‘Ākau
Fiji Hindi: North Dakota
hrvatski: Sjeverna Dakota
Kreyòl ayisyen: Dakota dinò
interlingua: Dakota del Nord
Bahasa Indonesia: Dakota Utara
Interlingue: Nord-Dakota
Iñupiak: North Dakota
Ilokano: North Dakota
íslenska: Norður-Dakóta
italiano: Dakota del Nord
ᐃᓄᒃᑎᑐᑦ/inuktitut: ᑖᑰᑖ ᑐᓄᕕᐊᖅ
Basa Jawa: North Dakota
kernowek: Dakota Gledh
Lëtzebuergesch: North Dakota
Lingua Franca Nova: North Dakota
Limburgs: North Dakota
lumbaart: Dakota del Nord
لۊری شومالی: داکوٙتا شومالی
lietuvių: Šiaurės Dakota
latviešu: Ziemeļdakota
олык марий: Йӱдвел Дакота
Māori: North Dakota
македонски: Северна Дакота
монгол: Хойд Дакота
кырык мары: Йыдвел Дакота
Bahasa Melayu: Dakota Utara
مازِرونی: شمالی داکوتا
Dorerin Naoero: North Dakota
Plattdüütsch: Noord-Dakota
नेपाल भाषा: नर्थ दाकोता
Nederlands: North Dakota
norsk nynorsk: Nord-Dakota
Kapampangan: Pangulung Dakota
Piemontèis: Dakota dël Nòrd
پنجابی: اتلا ڈکوٹا
rumantsch: North Dakota
română: Dakota de Nord
संस्कृतम्: नार्थ डेकोटा
саха тыла: Хоту Дакота
sicilianu: Dakota dû Nord
davvisámegiella: Davvi-Dakota
srpskohrvatski / српскохрватски: Sjeverna Dakota
Simple English: North Dakota
slovenčina: Severná Dakota
slovenščina: Severna Dakota
српски / srpski: Северна Дакота
Seeltersk: North Dakota
svenska: North Dakota
Kiswahili: North Dakota
Tagalog: North Dakota
Türkçe: Kuzey Dakota
татарча/tatarça: Төньяк Дакота
ئۇيغۇرچە / Uyghurche: Shimaliy Dakota Shitati
українська: Північна Дакота
oʻzbekcha/ўзбекча: Shimoliy Dakota
Tiếng Việt: North Dakota
Volapük: North Dakota
Winaray: North Dakota
хальмг: Ар Дакота
მარგალური: ოორუე დაკოტა
ייִדיש: צפון דעקאטע
Yorùbá: Àríwá Dakota
Bân-lâm-gú: North Dakota